"Como diferentes grupos sociais vão reagir à implementação desta reforma previdenciária e qual será o nível de apoio popular após 6 meses?"
87% dos trabalhadores +45 anos: fortemente contrários
Jovens 18–30: 48% favoráveis — dado contra-intuitivo confirmado
Protestos previstos em 3 capitais — confirmados em 4
Consenso por rodada
Distribuição de cenários
Impacto por segmento
100 agentes representando trabalhadores formais e informais, servidores públicos, jovens, aposentados e representantes sindicais foram submetidos a 8 rodadas de debate sobre os impactos da reforma previdenciária. A simulação foi executada 60 dias antes da votação no Congresso.
| Grupo | Favoráveis | Contrários | Indecisos |
|---|---|---|---|
| Trabalhadores +45 anos | 8% | 87% | 5% |
| Jovens 18–30 anos | 48% | 31% | 21% |
| Servidores públicos | 12% | 79% | 9% |
| Trabalhadores informais | 34% | 44% | 22% |
| Aposentados | 15% | 72% | 13% |
Aprovação da reforma com resistência concentrada em trabalhadores formais acima de 45 anos. Protestos de médio porte em 3–4 capitais nos primeiros 30 dias. Greve geral de 24h com adesão de 35–40% nas categorias mais afetadas.
A simulação identificou que jovens de 18–30 anos teriam reação surpreendentemente neutra ou favorável (48% favoráveis). Esse dado foi confirmado por pesquisas pós-aprovação: jovens percebem a reforma como necessária para a sustentabilidade do sistema que financiarão por décadas.
O baixo consenso (55%) reflete polarização estrutural do tema. A simulação identificou que a comunicação governamental focada em "sustentabilidade fiscal" teria maior aceitação que "necessidade econômica" — diferença de 14 pontos percentuais na aprovação.
Comunique impacto positivo para jovens
48% dos jovens são favoráveis ou neutros. Comunicação sobre sustentabilidade do sistema para as próximas gerações aumenta aprovação nesse grupo em 18%.
Prepare plano de transição para +45 anos
87% de resistência nesse grupo é estrutural. Regras de transição claras e benefícios de curto prazo reduzem oposição ativa em 25%.
Antecipe diálogo com lideranças sindicais
A simulação previu greve geral com 35–40% de adesão. Negociação prévia com sindicatos reduz probabilidade de paralisação em 60%.
Monitore mobilização nas capitais
Protestos previstos em 3–4 capitais. Monitoramento de redes sociais e lideranças locais permite resposta preventiva 10–15 dias antes.
Crie sua primeira simulação em menos de 3 minutos. Sem configuração técnica — só o seu contexto.